PROFISSIONAIS NÃO DOCENTES
Reconhecimento e dignidade para quem faz a escola funcionar todos os dias.
VALORIZAR QUEM ENSINA E GARANTIR QUE NINGUÉM PRECISE IR EMBORA PARA ESTUDAR.
Uma escola pública funciona porque tem merendeira, porteiro, secretária, auxiliar de limpeza e técnico administrativo. Durante décadas, essas trabalhadoras e trabalhadores foram tratados como se não fizessem parte da educação.
Valorizar quem faz a educação acontecer todos os dias é questão de justiça e é prioridade deste mandato. Como Primeiro-Secretário da Câmara, Carlos Veras atuou para priorizar e acelerar o envio ao Senado do projeto que reconhece os profissionais não docentes.
A outra frente é a permanência. Não basta abrir vaga se o estudante precisa desistir por falta de transporte, de renda ou porque a universidade fica a 400 quilômetros de casa. Por isso a frente pela interiorização do ensino superior no Sertão.
“O reconhecimento de todos que contribuem para o funcionamento da educação pública é uma pauta histórica, e o mandato segue mobilizado por ela.”
Reconhecimento e dignidade para quem faz a escola funcionar todos os dias.
Inclui estudantes de baixa renda do ensino superior público no transporte escolar.
Amplia o ensino de Libras na rede de ensino brasileira.
Poupança que segura o estudante de baixa renda no ensino médio.
R$ 60 milhões para o Centro Acadêmico do Sertão, em Sertânia.
Merendeira, porteiro, secretária e auxiliar reconhecidos como profissionais da educação.
Pé de Meia e alimentação escolar seguram quem estava prestes a desistir.
Campus federal no Sertão, para não precisar sair de casa aos dezoito anos.
Jovem formado que fica na região, gera emprego e desenvolve o próprio território.
A UFPE foi uma das dez universidades federais contempladas com novo campus, entre as 69 do país. O CAS, em Sertânia, foi inaugurado com R$ 60 milhões de investimento federal.
Apoio à construção do restaurante do campus, garantindo permanência estudantil no Sertão.
Atuação para levar a universidade pública ao interior, gerando emprego, inovação e futuro sem êxodo.
“Jovens do Sertão precisam poder construir seu futuro sem deixar sua terra.”